A equipe de Flávio Bolsonaro (PL) vai se reunir nesta segunda-feira (4) em Brasília para debater a estratégia para o segundo turno, mas o antipetismo vai ser o mote da campanha, segundo um aliado do presidenciável.

Flávio larga na frente de Lula no segundo turno, com cerca de 47% dos votos válidos (mais de 56 milhões de votos) ante cerca de 45% do petista (mais de 53,7 milhões de votos).

A campanha de Flávio considera que os votos no segundo turno serão naturalmente maiores do que no primeiro porque ele vai agregar o eleitor de Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e de Romeu Zema (Novo). Juntos, eles somam um contigente de cerca de 9 milhões de votos.

Além de conquistar esses votos, Flávio vai buscar o eleitor que votou branco, nulo ou se absteve —foram 40 milhões.

O presidenciável tem insistido no discurso de que o brasileiro quer mudança e que é ele quem pode tirar o PT do poder.

A estratégia elaborada pelo coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), é considerada vitoriosa.

Além de liderar a corrida presidencial, Flávio viu aliados serem eleitos nos três maiores colégios eleitorais: Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo, Cleitinho Azevedo (Republicanos) em Minas, e Douglas Ruas (PL) no Rio —neste caso, a vitória ainda não foi confirmada, mas é projetada por causa da provável anulação dos votos de Anthony Garotinho.

No Senado, o PL fez 19 cadeiras ante 6 do PT.

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